quarta-feira, 28 de julho de 2010

Apple censura livros mais vendidos na iBook Store

Segundo o Gizmodo, a Apple retirou três livros de sua lista dos mais vendidos na iBook Store em 27 de julho. O motivo é o conteúdo erótico das obras. No dia 26 de julho os títulos: Blonde and Wet (Loira e molhada), Big Sis (Grande irmã) e Six Sexy Stories (Seis histórias sexy) estavam entre os 5 mais vendidos da loja.

Como um passe de mágica, no dia seguinte (27/07) eles sumiram da lista e deram lugar a outros. Mas até o momento eles não haviam sido retirados da loja. As obras de conteúdo erótico fazem tanto sucesso porque permitem um certo anonimato ao comprador, ele não precisaria recorrer às estantes de uma livraria tradicional e correr o risco de ser flagrado, de acordo com o Daily Mail.

Não é a primeira vez que a Apple retira conteúdo erótico de suas lojas. Aplicativos pornográficos já foram censurados do passado e Steve Jobs já declarou que quer uma plataforma livre de qualquer tipo de pornografia para seus usuários. Você acha que isso é sinal de respeito aos clientes ou censura? Concorda com sua atitude? Comente.

FONTE: http://revistagalileu.globo.com

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Atores incluem grito em peça por causa de nudez de atriz

Os atores da peça O Despertar da Primavera, que está em cartaz na capital paulista, incluíram um grito de “Censurado!” na última canção do musical, informou ontem a Folha de S. Paulo. Na peça, Malu Rodrigues, uma atriz emancipada de 16 anos, exibia o seio em cena onde descobre o sexo. A cena é feita ao lado de Pierre Baitelli, que forma ao lado de Mau a dupla de protagonistas da peça.

No entanto, o juiz da Vara Central da Infância e Juventude em São Paulo havia proibido a participação da atriz na peça, mas voltou atrás após laudo afirmando que a jovem não sofreu dano psicológico. De acordo com a nova determinação judicial, Malu pode participar do musical, mas sem exibir o seio.

FONTE: http://www.maiscomunidade.com

Campanha pode ser citada nos discursos


O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), rejeitou parecer elaborado pela Advocacia Geral da Casa com recomendações para que os senadores não façam campanha eleitoral em seus discursos no plenário.

Pressionado por senadores que consideram o parecer “censura” às suas atividades, Sarney decidiu ignorar o texto do advogado-geral Luiz Fernando Bandeira de Mello, depois de inicialmente tê-lo acatado.

No parecer, elaborado há mais de 15 dias, Mello recomenda que o presidente da sessão plenária “solicite ao orador da tribuna que evite as referências expressas a candidaturas”.

O advogado também sugere que a TV e a rádio Senado não reprisem as sessões do plenário, como ocorre atualmente, para se “limitar às transmissões ao vivo”. Caso as reprises sejam necessárias, o advogado recomenda que a emissora retire os trechos com referências às campanhas, editando os discursos.

“Caso seja inviável a edição, que simplesmente não sejam retransmitidas tais sessões”, diz o parecer. A TV Senado suspendeu as retransmissões do plenário nos últimos 15 dias, mas já voltou atrás com a decisão.

Constituição garante o direito à palavra aos parlamentares

Pela Constituição Federal, os parlamentares têm “direito inviolável” à palavra, sem a possibilidade de censura aos seus discursos.

O advogado argumenta que as medidas são apenas “profiláticas para evitar polêmicas desnecessárias de uso indevido dos veículos de comunicação do Senado”.

Os discursos transmitidos ao vivo, no entendimento do advogado, estão “protegidos pela respectiva imunidade parlamentar”. As retransmissões, segundo Bandeira de Mello, têm caráter de programa televisivo, por isso deveriam ser suspensas.

O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) considerou o parecer um “absurdo” ao afirmar que “a única imunidade dos parlamentares” é a palavra.

– Essa é uma casa é multipartidária. No ano eleitoral esse é o principal assunto tratado pelos senadores – afirmou o tucano.

Para Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), o advogado não é a pessoa que “deveria cuidar disso” no Senado.

– Eu considero esse parecer um absurdo. Fere todos os princípios – disse o senador petebista.

FONTE: http://www.clicrbs.com.br/

terça-feira, 13 de julho de 2010

Censura derruba profissionais na TV Cultura, garante jornalista

O clima no departamento de jornalismo da TV Cultura não anda nada bom. De acordo com a informação postada pelo jornalista Luís Nassif em seu blog oficial, a emissora pública ligada ao Governo de São Paulo tem demitido jornalistas por comentários e reportagens que desagradam aos políticos que administram o Estado.

A última vítima foi Gabriel Priolli, que havia assumido a direção de jornalismo da emissora há pouco mais de uma semana. Entretanto, no último dia 7, ele resolveu produzir uma matéria sobre os pedágios paulistas. Para isso, foram ouvidos os dois candidatos ao governo do Estado, Geraldo Alckmin e Aloizio Mercadante. Já a Secretaria de Transportes resolveu não se pronunciar sobre o assunto.

Horas depois, segundo Nassif, Priolli foi convocado pelo vice-presidente de conteúdo da TV Cultura, Fernando Vieira de Mello, que exigiu que a matéria fosse derrubada. O jornalista acatou a ordem, mas mesmo assim, no dia seguinte (8) foi demitido do cargo.

Esse não é o primeiro problema que os profissionais da casa enfrentam desde que a emissora passou a ser presidida por João Sayad. Heródoto Barbeiro foi demitido da função de apresentador do “Roda Viva”, após perguntar sobre a questão do pedágio paulista ao candidato à presidência José Serra.

Em entrevista ao portal Imprensa, João Sayad desmentiu que os profissionais tenham sido demitidos da emissora por questões políticas. Sobre Gabriel Priolli, ele alegou que o jornalista foi demitido do cargo por não ter o perfil adequado.

FONTE: http://natelinha.uol.com.br/

Facebook censura foto de boneca de porcelana por nudez

12/07/2010

O Facebook admitiu nesta segunda-feira ter errado ao censurar a nudez de uma boneca de porcelana. Na semana passada, o site de relacionamentos enviou vários avisos à rede de joalherias Victoria Buckley devido a fotos de "conteúdo impróprio" em seu perfil e finalmente decidiu apagar até mesmo uma versão em que a boneca não aparece nua. Agora disse que tudo não passou de um engano.

"Nós investigamos isso (o assunto) melhor e determinamos que cometemos um erro removendo estas fotos", disse o Facebook em um comunicado. "Nossa equipe de operações revisa milhares de fotos denunciadas por dia e ocasionalmente remove algo que não viola nossa políticas. Foi o que aconteceu aqui".

A rede de joalherias tradicionalmente usa bonecas como inspiração para suas peças e informou, segundo o jornal Sydney Morning Herald, nunca ter recebido uma reclamação sequer, embora exiba as imagens em suas vitrines. A própria Victoria Buckley, donas das lojas, disse ter investido milhares de dólares em marketing e chamou de "injusta" a censura aplicada na semana passada.

"Fiquei feliz pelo Facebook ter visto que tínhamos razão e que as imagens são aceitáveis", ela afirmou numa entrevista ao jornal. "O sistema (de censura) do Facebook ainda é muito opaco e parece muito arbitrário".

Além de ter admitido o erro, o Facebook sugeriu à rede que publique as fotos novamente.

FONTE: http://tecnologia.terra.com.br

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Pedágio derruba mais um jornalista da TV Cultura

08/07/2010

Há uma semana, Gabriel Priolli foi indicado diretor de jornalismo da TV Cultura.

Ontem, planejou uma matéria sobre os pedágios paulistas. Foram ouvidos Geraldo Alckmin e Aloízio Mercadante, candidatos ao governo do estado. Tentou-se ouvir a Secretaria dos Transportes, que não quis dar entrevistas. O jornalismo pediu ao menos uma nota oficial. Acabaram não se pronunciando.

Sete horas da noite, o novo vice-presidente de conteúdo da TV Cultura, Fernando Vieira de Mello, chamou Priolli em sua sala. Na volta, Priolli informou que a matéria teria que ser derrubada. Tiveram que improvisar uma matéria anódina sobre as viagens dos candidatos.

Hoje, Priolli foi demitido do cargo. Não durou uma semana.

Semana passada foi Heródoto Barbeiro, demitido do cargo de apresentador do Roda Viva devido às perguntas sobre pedágio feitas ao candidato José Serra.

Para quem ainda têm dúvidas: a maior ameaça à liberdade de imprensa que esse país jamais enfrentou, nas últimas décadas, seria se, por desgraça, Serra juntasse ao poder de mídia, que já tem, o poder de Estado.

FONTE: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif

Após censura, Google renova licença na China

O Google anunciou hoje a renovação da licença para continuar usando o endereço de seu site na China, que é fiscalizado pelas autoridades locais. Segundo comunicado publicado no seu blog, a empresa afirmou que espera "continuar a prover buscas na web e produtos locais as usuários no país". O anúncio ocorre após algumas mudanças no acesso ao site, e depois de o governo chinês ameaçar não renovar a licença, caso o Google continuasse evitando a censura. A empresa fazia o redirecionamento automático dos usuários chineses ao endereço eletrônico de Hong Kong, onde o serviço não é censurado.

A pressão do governo chinês vinha ocorrendo desde que a empresa decidiu, no início do ano, parar de cooperar com exigências de censura. Segundo o comunicado do blog, autoridades afirmaram que o redirecionamento automático dos usuários para Hong Kong era inaceitável. No comunicado, após a ameaça do governo chinês, o Google anunciou que iria mudar a forma como os usuários da China acessam seu serviço de buscas. Em vez de fazer o redirecionamento, o Google criou uma nova página para o endereço da China, com uma mensagem pedindo ao usuário para memorizar seu novo endereço, o www.google.com.hk, de Hong Kong, ou para clicar em um ícone chinês que o redireciona. Uma porta-voz do Google afirmou que a renovação da licença pelo governo significa que estas mudanças feitas no site da empresa na China foram consideradas satisfatórias.

Usuários e anunciantes do Google na China temiam que o site pudesse ficar inacessível, desde que a companhia anunciou, em janeiro, que não desejava mais cumprir as regras de autocensura impostas pelo governo chinês. A licença de conteúdo era uma preocupação importante, porque o Google precisa dela para usar seu endereço chinês, fiscalizado por autoridades. Se os direitos de usar o endereço forem suspensos, os usuários podem acessar diretamente o site do Google em Hong Kong (www.google.com.hk) ou outro site internacional do Google, mas as autoridades podem limitar o acesso a estes outros endereços.

O Google precisa renovar sua licença anualmente, embora tecnicamente a permissão expire em 2012. E a renovação não significa o fim das incertezas sobre o futuro do Google na China. Nos últimos meses, desde que a companhia anunciou que não colaboraria com a censura, alguns parceiros como o Tom Group e a Motorola retiraram sua cooperação com a companhia ou fizeram parcerias com concorrentes. As informações são da Dow Jones.

FONTE: http://www.estadao.com.br